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Saúde Covid-19

De gestão nova, Iges-DF tem sete mil profissionais para enfrentar a pandemia

Depois dos erros de gestão, Iges-DF turbina atividades para salvar vidas

29/03/2021 14h27
Por: Redação Fonte: Redação
Trabalho eficiente dos profissionais de saúde salvam vidas; gestão do Iges-DF está rendendo mais
Trabalho eficiente dos profissionais de saúde salvam vidas; gestão do Iges-DF está rendendo mais

Batalhão da saúde reúne cerca de 6 mil médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de mil outros trabalhadores

Um batalhão de 7.028 profissionais atua na linha de frente de socorro às vítimas do coronavírus nos dois hospitais e nas seis unidades de pronto atendimento (UPAs) administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). São 5.939 médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de 1.089 profissionais de outras especialidades, como fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e farmacêuticos. Esse contingente representa quase a totalidade dos colaboradores do instituto, que tem 8.983 profissionais, sendo 1.955 do setor administrativo. Na guerra contra a covid-19, o batalhão do Iges-DF conta ainda com a ajuda do pessoal de apoio — terceirizados das áreas de limpeza e segurança.

Ao informar esses números, a direção do Iges-DF ressaltou que a ordem para esse batalhão é não medir esforços para atender todos os enfermos que chegam às unidades. Uma missão dificultada pelo crescente número de infectados no DF, que, em um ano de pandemia, já soma mais de 333 mil pessoas, segundo a Secretaria de Saúde (SES). Desse total, mais de 312 mil pacientes foram recuperados até hoje (25).

O presidente do Iges, Gilberto Occhi (foto abaixo antes da pandemia), explica que a quantidade de pessoas atuando nas unidades do instituto atende aos parâmetros estabelecidos pela SES. A dificuldade é atender centenas de pacientes ao mesmo tempo e dentro de uma estrutura que não foi projetada para essa demanda. “Por causa da alta procura, os nossos profissionais precisam fazer um esforço extra para atender a todos nas unidades”, ressalta Occhi. “Isso faz com que eles operem acima da capacidade de atendimento.”

Onde estão os profissionais

A maioria dos profissionais do Iges-DF que estão na linha de frente atua no Hospital de Base (HB). São 3.108 “guerreiros de saúde” que, em sistema de revezamento, trabalham todos os dias e quase o dia todo para salvar pacientes internados nos 122 leitos de covid-19 do HB.

Os leitos estão assim distribuídos: 57 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 40 no Pronto-Socorro Covid (3º andar), 13 na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e 12 destinados à recuperação dos enfermos no sétimo andar do prédio.

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o batalhão da linha de frente é composto por 1.976 profissionais de saúde. O hospital dispõe de 95 leitos para pacientes com coronavírus. São 40 leitos na UTI Covid no primeiro andar do prédio, outros 40 na unidade de terapia intensiva do quinto andar e mais 15 no Pronto-Socorro Covid-19. Com essa estrutura, o HRSM já conseguiu atender, ao longo da pandemia, mais de 23 mil pacientes.

Já as seis unidades de pronto atendimento (UPAs) assistiram, no mesmo período, mais de 68 mil pacientes com coronavírus. Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho atendem, em média, 191 pessoas por dia. Na equipe dos profissionais da linha de frente estão 855 médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

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