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Brasil Saúde turbinada

Inauguração de novas UPAs "desespera" opositores do Governo do DF

Resta aos opositores de Ibaneis Rocha "ir pra cima" da gestão vergonhosa de Jair Bolsonaro.

13/12/2021 05h58 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: Redação
Unidade de Ceilândia II é mais uma entrega
Unidade de Ceilândia II é mais uma entrega

A saúde do Distrito Federal passa por uma transformação. Críticos do governador Ibaneis Rocha se dedicaram meses antes da pandemia e passaram todo o período atacando a gestão relacionando os problemas de saúde, mas nos últimos meses o cenário mudou e a oposição política ao GDF tenta encontrar outro ponto fraco nas secretarias e no Instituto de Gestão Estratégica da Saúde (IGES-DF).

Desde que assumiu o governo, Ibaneis anunciou que faria um choque de gestão na saúde e está conseguindo provar isso na prática. Os deputados distritais Fábio Félix, Leandro Grass, Arlete Sampaio, Chico Vigilante e, na maioria das vezes, a jovem e descolada deputada Júlia Lucy, se uniram em uma linha de frente para "bater na política" do governo do DF, porém, quase todas as votações para aprovar nomes que deveriam assumir a gestão foram aprovados por eles.

Mas, ultimamente, até os opositores têm se dedicado a ajudar e é justamente por isso que o GDF está conseguindo fazer as entregas para a população.

Antes, o DF tinha apenas seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e agora já são 10 e tem mais em construção.

O primeiro secretário de saúde da gestão do governador foi o farmacêutico Osnei Okumoto. Expediente e habilidoso com as demandas técnicas, Okumoto estruturou todas as categorias e deixou todo o planejamento pronto para a inauguração dessas novas unidades.

A gestão de Osnei Okumoto no comando da saúde possibilitou uma organização melhor no IGES-DF e o resultado do trabalho técnico existente por lá passou pelo desenho do ex-secretário que, atualmente, deixou a SES-DF e assumiu o comando do Hemocentro de Brasília.

Outro secretário que teve atuação estratégica na estruturação da gestão do DF foi André Clemente. Gestor profissional, o equilíbrio das finanças do Distrito Federal passaram por sua análise e decisões.

Com a inauguração de quatro novas UPAs, o GDF caminha para turbinar os projetos e a população já sente os problemas. Mas muito ainda precisa ser ajustado, como ampliar as entregas de medicamentos e o governo já conseguiu iniciar essa necessidade atingindo a disponibilização de medicamentos de alto custo em casa para mais de 37 mil famílias.

Falta mão de obra em algumas especialidades nas unidades de saúde. Isto porque a contratação não é fácil, visto que os salários são baixos e os candidatos as vagas acabam desistindo dos processos seletivos - e este modelo de contratação é fiscalizado pelo Ministério Público.

O que os deputados distritais precisam fazer é ampliar as atividades da Comissão de Saúde para dar mais suporte ao IGES-DF, que é o gestor das UPAs. Para a população, somente os discursos populistas na tribuna não ajuda em nada, pelo contrário, transmite uma mensagem de que os deputados estão preocupados com a reeleição ano que vem e não com a saúde das pessoas.

Ibaneis Rocha já determinou que as unidades de saúde sejam prioridade e que não falte nada, muito menos profissionais de saúde e medicamentos. Os exames também estão sendo acompanhados de perto pelo gabinete do governador.

Mas, o que tem garantido equilíbrio ao GDF é contar com a maioria dos deputados que são sensíveis as causas da saúde. Enquanto alguns passam o dia tentando conquistar likes nas redes sociais só levando problemas para a casa das pessoas e "zero contribuição", há deputados que passam o dia percorrendo unidades e propondo melhorias. A população deve ser o foco da melhoria e não a disputa política.

Se a oposição do GDF era focar na saúde, essa estratégica não tem mais significado e opositores declarados - e desesperados pela eleição ano que vem - precisam encontrar outro foco e o mais provável é que este seja o presidente Jair Bolsonaro e seus deputados e senadores aliados que, a beira de 700 mil mortos da Covid-19, o líder do país ainda não se vacinou e seus familiares preferem passar o dia todo atacando o PT, ou seja, são servidores públicos (políticos) que gastam horrores com marketing digital atacando o PT numa tentativa desesperadora de denegrir o possível inimigo nas urnas, pois até agora o grupo bolsonarista segue atrás nas primeiras pesquisas.

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