Quinta, 16 de Setembro de 2021 20:54
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Saúde Opinião

Artigo: “Enquanto muitos criticam, o IGESDF escolhe salvar vidas”

Alguns deputados querem acabar com o IGESDF. Já pensou se toda vez que um deputado ou senador se envolvesse em crimes de corrupção o Congresso Nacional fosse extinto? As instituições são maiores que interesses individualistas.

15/08/2021 15h12 Atualizada há 1 mês
Por: Redação Fonte: Queiroz Neto
Imagem que retrata o trabalho humanizado do IGESDF
Imagem que retrata o trabalho humanizado do IGESDF

Por Queiroz Neto, comunicador e diretor comercial

A pandemia de coronavírus provocou um verdadeiro teste de resistências para vários órgãos da saúde, tanto municipais quanto federais, passando pela saúde do Distrito Federal.

Parte da população, ao usar as redes sociais para expressar suas ideologias políticas, escolheu a que ponto mirar para atacar politicamente e elogiar sempre que possível. Os internautas maldosos escolheram no Distrito Federal o Instituto de Gestão Estratégica da Saúde (IGESDF), um cérebro da saúde da Capital do Brasil.

Apesar de muitos políticos bons, deputados e senadores com projetos e sensatos, terem acumulado um trabalho sério em prol da população que mais precisa, uma fatia da classe “representativa do povo” não consegui trabalhar e se escondeu atrás das regras de biossegurança, ou seja, aderiu às restrições da pandemia.

O Brasil inteiro estava sob forte pressão de gestão, municípios, Estados e o DF abandonados pelo Governo Federal, vacinas quase zero, repasses financeiros reduzindo a cada dia, governadores driblando as economias para manter a folha de pagamento em dia, e o que os políticos maldosos faziam dia pós dia? Atacavam os opositores políticos.

É por isso que muitos deputados e senadores, sem dó nenhuma, atacavam diariamente as unidades do poder público visando apenas o interesse comum: denegrir politicamente o que os governos tinham de melhor, que são as instituições que funcionam. Mas a população não é boba, sabe quem é o político de credibilidade e quem não é.

Mas esse desespero político não ficou somente nas costas de quem não produziu nada e ficou falando mal de quem estava trabalhando.

O estrago de imagem ficou por conta de líderes classistas de sindicatos, conselhos e federações que, escondidos por trás de um mandato fragilizado, ao invés de trabalhar utilizaram do expediente para “falar mal dos outros”.

Exemplo disso, foram os partidos políticos desmoralizados e sem credibilidade alguma com a população que priorizam “queimar o filme” de importantes órgãos da saúde, entre eles o IGESDF. O jornal DF Informa, mais precisamente seu diretor, Queiroz Neto, acompanhou os detalhes da pressão política em cima do IGESDF. Isso porque, foi uma das melhores decisões criadas pelo governador Ibaneis Rocha para resolver os entraves da gestão publica da saúde. A saúde está melhorando e só não melhora mais devido a crises políticas.

Em plena pandemia, a Secretaria de saúde do Distrito Federal não conseguiria ter superado os desafios do momento para salvar vidas e sequer fazer a gestão estratégica da saúde. Prova disso, são as unidades de pronto atendimento, UPAs, onde o DF conseguiu sobreviver atendendo dia após dia, mesmo durante o período mais critico da contaminação por coronavírus. 

Não é porque um caso de má gestão aconteceu no passado que todo o complexo administrativo do órgão deve deixar de existir ou ser penalizado, porque se for pensar assim, toda vez que um deputado comete crime, é preso ou cassado, a Casa de Leis precisa ser extinta? Se um senador é preso por corrupção o Senado tem que acabar? Se um policial é preso por corrupção ou fraude, a corporação precisa acabar? Claro que não. As instituições são maiores que pessoas e a população é maior do que uma vontade política. Na verdade a população deve ser prioridade da vontade política.

Precisamos separar as coisas e ser inteligentes. Mas inteligentes éticos e não inteligentes para fazer politicagem em cima da “carne que passa por momentos de fragilidades”.

Já pararam para imaginar, a saúde do Distrito Federal sem o IGESDF? Muitos ficam com o pé atrás em relação ao instituto, por creditarem sua imagem a gestão anteriores, onde haviam falhas na execução de pontos estratégicos da gestão da saúde.

Isso não existe mais. Há meses o órgão vem superando os desafios e vem melhorando sua atuação. Porém, reconhecer as melhorias no IGESDF não gera audiência para quem não tem o objetivo de ajudar.

A gestão do IGESDF conseguiu moralizar os trabalhos e reduziu o custeio com inteligência e ampliação dos serviços. São UPAs e hospitais, ou seja, o coração da saúde do Distrito Federal passa pelo IGESDF. E o que parte da classe política faz? Vive dia após dia “partindo para o ataque” contra pessoas e instituições que precisam de apoio para ampliar os trabalhos e não de negativismo.

Minha opinião, Queiroz Neto, é que o problema é a forma com que os opositores atuam. Hoje vemos na política uma triste realidade que, ao invés de dedicar o expediente para trabalhar em benefício da população, muitos preferem atacar a qualquer custo para ganhar fama virtual e tentar ficar do lado da população. Misturam tudo, pegam fatos antigos e tentam requentar o assunto como se fossem de agora. Uma vergonha que muitas vezes é financiada com dinheiro público, pois são agentes públicos pagos com dinheiro público para fazer essas coisas.

E o complicado: ainda usam da desculpa que estão fiscalizando, mas não apresentam sequer uma solução. Ou seja, é mais fácil atacar do que trabalhar, e infelizmente, parte da população comprar essa ideia e dá no que dá.

Se a pandemia fosse hoje, novamente, e o Distrito Federal não tivesse o IGESDF, o caos logístico e de recursos humanos seria tanto que poderia haver uma intervenção no DF. Não que a Secretaria de Saúde não existisse, mas sozinha teria mais dificuldades.

Parte dos deputados distritais da Câmara Legislativa chegou a anunciar a vontade de extinguir o IGESDF. Mas esses mesmos deputados não consegue provar para a população se ficaria melhor ou pior com a saída do instituto. Fato é que os números comprovam que não ficaria melhor.

O IGESDF é o cérebro da saúde e tem dado resultado. Redução de custo, gestão de qualidade e servidores comprometidos com a população. Hoje o IGESDF tem uma gestão humanizada e só não enxerga quem não quiser.

Outro fator importante é o da “desgraça pública”. Falar mal de órgão público é muito fácil, mas nenhuma critica, seja deputado ou senador, vai acompanhada de sugestões de melhorias.

Ou seja, sabem criticar, mas não sabem resolver. Isso torna todas as críticas insignificantes. Parece que desmoralizar certos serviços públicos é um troféu.

Em resumo, o IGESDF é essencial para o Distrito Federal e, diante de milhares de atendimentos da saúde prestados a população, um ou outro deputado conseguiu enxergar e foi lá, homenagear os trabalhadores, enquanto outros preferem ficar no luxuoso escritório político criticando, visando “ter moral” com a população porque ano que vem tem eleição. 

Feliz foi o deputado Delmasso, que soube valorizar os trabalhadores e visitou algumas unidades para entregar um certificado de agradecimento aos profissionais que fazem a verdadeira diferença em que busca por saúde de qualidade.

Finalizo dizendo que todo parlamento tem excelentes deputados e críticos também, mas quem mais reclama sem fundamento ou se apegando ao passado, não merece a atenção do trabalhador que vive hoje sonhando com um futuro melhor para os seus filhos e sua família.

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