Segunda, 06 de Dezembro de 2021 03:26
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Política Brasil pode parar

Soldado fiel, Sérgio Reis larga o berrante para organizar manifestação a favor de Bolsonaro

O anúncio foi feito via vídeo e viralizou nas redes sociais.

14/08/2021 21h48
Por: Redação Fonte: Redação
Cantor
Cantor "ama" o sertanejo e também o presidente

O sertanejo Sérgio Reis resolveu ganhar fama nas redes sociais e se meteu em uma das mais polêmicas histórias dos últimos tempos desde que o presidente Jair Bolsonaro tomou posse.

Convocou uma manifestação de caminhoneiros e empresários para pressionar vários órgãos, deixando uma dúvida no ar sobre "intervenção". O anúncio foi feito via vídeo e viralizou nas redes sociais.

“Nós vamos parar 72 horas. Se não fizer nada, nas próximas 72 horas ninguém anda no país. Vai parar tudo. Não é só Brasília, é o país”, disse. “Nada nunca foi igual ao que vai acontecer. Se eles [os ministros do STF] não atenderem ao nosso pedido, a cobra vai fumar”, complementou.

O sertanejo é apoiador do presidente Jair Bolsonaro publicamente.

 Neste fim de semana, Bolsonaro afirmou que vai levar ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), um pedido para instaurar processo contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Segundo o chefe do executivo, os dois “extrapolam com atos os limites constitucionais”.

Moraes mandou prender o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, aliado político do presidente. O ministro determinou a prisão preventiva do parlamentar por ataques à instituições democráticas. Jefferson é um dos maiores "soldados políticos do presidente".

Além disso, Bolsonaro também vem diretamente e indiretamente atacando o ministro Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Nos últimos meses, o presidente vem falando a apoiadores que ganhou as eleições em primeiro turno. De acordo com ele, o pleito de 2018 foi fraudado para que Fernando Haddad (PT) tivesse a oportunidade de enfrentá-lo em segundo turno. Porém, afirmações sem provas.

Bolsonaro foi eleito, no turno complementar, o 38º presidente da República com 57.797.847 votos (55,13% dos votos válidos), contra 47.040.906 votos (44,87%) de Haddad. 

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