Quarta, 16 de Junho de 2021 19:36
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Saúde Entrevista Saúde

Na rádio, Osnei Okumoto explica os detalhes da atuação da Secretaria de Saúde e diz que momento é de união

Resumo das atividades foi apresentado, principalmente na região de Ceilândia que pode ter projeto inovador.

03/06/2021 21h13
Por: Redação Fonte: Redação
Osnei Okumoto foi convidado para entrevista com Josiel Ferreira, na Atividade FM
Osnei Okumoto foi convidado para entrevista com Josiel Ferreira, na Atividade FM

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, e a superintendente da Região de Saúde Oeste, Lucilene Maria Florêncio, foram entrevistados na noite desta quinta-feira (03) na Atividade FM 107,1, no programa Brasília em Atividade, com Josiel Ferreira.

O apresentador Josiel abordou temas importantes para que os convidados apresentassem os trabalhos realizados pela Secretaria de Saúde. De acordo com o secretário Osnei, “o momento é de muitos desafios e de valorizar e agradecer todos os trabalhadores da saúde, entre eles os superintendentes, que estão se empenhando no exercício das suas atividades. Cada um faz a diferença e a população percebe essa dedicação de toda a equipe nas unidades assistências e administrativas”.

O secretário afirmou que todos precisam reconhecer o trabalho da Secretaria de Saúde, pois mesmo diante da pandemia, no ano passado fora mais de 53 mil cirurgias eletivas e no ano seguinte, em 2019, quando não tinha pandemia, esse número era superior a 57 mil, ou seja, mesmo com a triste realidade do coronavírus no dia a dia das famílias, a SES-DF praticamente conseguiu manter os trabalhos.

“O governador Ibaneis acompanha os trabalhos e cobra diariamente o empenho nas atividades. Ibaneis sempre esteve preocupado em manter essas cirurgias eletivas, pois é um atendimento que faz parte do cotidiano das pessoas quando mais precisam da saúde”. Destacou Osnei Okumoto.

Sobre a nova cepa da pandemia, o secretário de Saúde reafirmou seu apelo à população. “Estamos vencendo o vírus, mas ainda não foi totalmente eliminado. Por isso, é importante que cada cidadão amplie as ações de prevenção, use máscara, evitem aglomerações, respeitem as regras e orientem todos da família. Se todos colaborarem, vamos vencer o quanto antes esse desafio de voltar a vida ao normal”. 

Josiel Ferreira, radialista e apresentador do programa da FM 107,1, perguntou ao secretário Osnei Okumoto sobre qual está sendo o principal desafio enfrentado na saúde nesta pandemia em relação a cirurgias eletivas, mesmo com hospitais estruturados, hospitais de campanhas, servidores e outros investimentos.  

Osnei explicou que “a medida que a secretaria foi ampliando sua estrutura hospitalar para tratar pacientes com Covid-19, outras unidades acabam sendo liberadas e isso favorece a realização dessas cirurgias eletivas. Temos hoje estrutura e equipe para atender todas as frentes de saúde e estamos monitorando essa redução de um lado para ampliar o outro e assim vamos mantendo os atendimentos, mas parados não estamos”.

Na atenção primária, a Secretaria de Saúde confirma que “há um comprometimento muito grande nesse tipo de atendimento. Estruturamos os locais, fizemos a aquisição de mão de obra dos trabalhadores da saúde e preparamos a logística adequada, inclusive com as unidades básicas ficando abertas até mais tarde neste período para dar condições de atender todos”.

A superintendente da Região de Saúde Oeste, Lucilene Maria, destacou que “como é do conhecimento de todos, Ceilândia é a mais populosa do Distrito Federal com quase um milhão de habitantes e é preciso destacar dois pontos. O número de equipamentos públicos e a quantidade de leitos ainda precisam ser ampliados. Atualmente temos 100% dos leitos ocupados e ao longo dessa pandemia fizemos uma gestão estratégica para manter os atendimentos. Parte dos leitos eram de atendimento geral, depois passou a ser específicos para Covid-19, voltando a geral e assim seguimos com o expediente”, destacou ela reforçando que mesmo sendo pequena a quantidade de leitos, é notório o esforço e as conquistas do governo em inaugurar novas unidades de atendimentos.

“Agradeço publicamente toda a minha equipe de trabalho e todos os demais trabalhadores da saúde. É a nossa família da SES trabalhando pelas famílias do DF”, disse carinhosamente a superintendente Lucilene Maria.

Sobre a atenção primária, ela destacou que essa estratégia de atendimento representa 80% de eficácia e se estruturarmos mais nossa presença, com certeza evitaremos que muitas pessoas tenham que ir buscar atendimento em hospitais, upas e assim por diante. Reconheço o empenho e trabalho do governador Ibaneis e do secretário Osnei Okumoto. Prova desse trabalho é a quantidade de leitos entregues nos últimos meses e o quanto cresceu nossa estrutura hospitalar.

O DF Informa reforça que além das seis UPAs que o DF tem, outras sete unidades estão sendo construídas.

“Estamos com investimentos nunca vistos antes. Vamos poder fazer muito mais entregas à população. Temos ferramentas de gestão que ajudam nos trabalhos e tudo que se possa pensar no melhor para atender a população, estamos os empenhando para fazer”, destacou a superintendente Lucilene, lembrando que o Distrito Federal é um dos que mais conseguiu crescer na saúde mesmo com os desafios da pandemia. É um dos que mais tem indicadores e resultados de trabalhos realizados para salvar vidas.

Sonho que pode se tornar realidade em Ceilândia

Durante a entrevista, o secretário Osnei Okumoto e a superintendente Lucilene Maria falaram de um sonho para a região de Ceilândia: implantar o Centro de Diagnóstico, com várias áreas de atendimento à saúde, como exames de imagens além de especialidades médicas. 

A ideia ainda é um sonho e agora segue para a parte de viabilidade e depois de execução se assim seguir todos os trâmites. “Temos que unir esforços, planejar e avançar, mesmo porque além de ser um sonho, é um direito da população em ter saúde de qualidade cada vez mais perto”, explicou o secretário Osnei Okumoto demonstrando afinidade com a ideia que deve sensibilizar o governador Ibaneis Okumoto.

DF Informa alerta a população todos os dias (Nota da Redação)

O jornal DF Informa destaca ainda que uma das questões que mais atrapalham os trabalhos na saúde, por exemplo, são as atitudes políticas de muitos “representantes do povo”, que pouco reconhecem os esforços dos trabalhadores da saúde e só sabem criticar e reclamar sem apresentar soluções. Quando pessoas instalam atos de politicagem na saúde, a tendência é apenas atrapalhar e não ajudar.

Mas a população está atenta e saberá separar os trabalhos realizados de forma humanizada com a politicagem praticada por quem só pensa nas eleições do ano que vem, visando interesses próprios quando o assunto é ser eleito pelo povo. Mas somente críticas não agregam, pelo contrário, muitas vezes acabam prejudicando ainda mais o que já está difícil na pandemia.

O DF Informa destaca ainda que muitos políticos tentam induzir a população de que a pandemia é culpa do governador, do secretário ou até mesmo de outros gestores públicos, quando na verdade é um problema mundial que nem mesmo o país mais moderno do mundo conseguiu acabar, de maneira total, com os casos de coronavírus. Ou seja, querem transferir a culpa aos adversários políticos tentando prejudicar a imagem diante da população, que neste caso, é o eleitorado.

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