Quarta, 16 de Junho de 2021 20:55
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Política Batata assando

Bolsonaro's são fritos dia pós dia com a CPI da Covid do Congresso Nacional

Situação vai se complicando, mas famílias Bolsonaro está preocupada em fazer alianças políticas

31/05/2021 22h30 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação Fonte: Redação
Carlos Wizard
Carlos Wizard "diz que" era um dos mentores de Bolsonaro

Grupo de elite de políticos que defendem o presidente Jair Bolsonaro tentam mudar o foco dos trabalhos da CPI da Covid, que está em andamento no Senado Federal. 

Estrategistas em mídia e também de política sabem que o foco dos “Bolsonaro’s” é tirar o holofote do presidente e jogar nas costas dos governadores e prefeitos, porém, os membros da CPI há estão convictos que existem irregularidades desde o início da pandemia no Brasil.

As suspeitas em torno de um "gabinete paralelo" que estaria aconselhando o presidente Jair Bolsonaro nas estratégias de enfrentamento da Covid-19 devem ser um dos principais alvos dos próximos depoimentos da CPI da Covid.

Serão convocados nas próximas sessões nomes como o empresário Carlos Wizard (em 17 de junho) e o ex-assessor especial da Presidência Arthur Weintraub (ainda sem data) e, na semana passada, já havia sido definido um convite à médica Nise Yamaguchi, que deve depor na terça-feira (1° de junho). Nenhum deles ocupou cargo oficial no Ministério da Saúde, mas todos participaram de eventos e reuniões oficiais com Bolsonaro para tratar de assuntos relacionados à pandemia.

Mas críticos afirmam que a influência de vozes de fora do Ministério da Saúde fez com que medidas equivocadas fossem adotadas no combate ao coronavírus, com impacto também sobre a compra de vacinas.

Em entrevista coletiva, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, afirmou que "existia um comando no Palácio do Planalto que compreendia como estratégia para enfrentamento da pandemia a contaminação de todos, a cloroquina como solução, e a chamada imunidade coletiva. Esse comando não apostava nos meios da ciência".

Em seu livro Um Paciente Chamado Brasil, publicado em setembro, Mandetta afirma que, ainda no início da pandemia, em março de 2020, "Bolsonaro passou também a buscar a assessoria de outras pessoas para se contrapor aos dados e à estratégia do Ministério da Saúde. Chamou o (deputado) Osmar Terra e a médica Nise Yamaguchi, defensora da cloroquina como remédio salvador contra a covid-19, para uma conversa. O Palácio do Planalto passou a ser frequentado por médicos bolsonaristas", escreveu.

Na foto acima, o ex-ministro Mandetta é apoiado no Estado do Paraná e imagens como esta ganharam as redes sociais. Mandetta é tido no Palácio do Planalto como um forte concorrente se confirmar sua candidatura à presidência do Brasil.

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